2007-01-05

Eco do Evangelho de Domingo, 7 de Janeiro (EPIFANIA)


Mt. 2,1-12.
[...] Herodes mandou chamar secretamente os magos e pediu-lhes informações exactas sobre a data em que a estrela lhes tinha aparecido.
E, enviando-os a Belém, disse-lhes:
«Ide e informai-vos cuidadosamente acerca do menino; e, depois de o encontrardes, vinde comunicar-mo para eu ir também prestar-lhe homenagem.»
Depois de ter ouvido o rei, os magos puseram-se a caminho.
E a estrela que tinham visto no Oriente ia adiante deles, até que, chegando ao lugar onde estava o menino, parou.
Ao ver a estrela, sentiram imensa alegria; e, entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, adoraram-no; e, abrindo os cofres, ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra.
Avisados em sonhos para não voltarem junto de Herodes, regressaram ao seu país por outro caminho.

2007-01-04

FELIZ ANO NOVO !


Arma Secreta


Tenho uma arma secreta
ao serviço das nações.
Não tem carga nem espoleta
mas dispara em linha recta
mais longe que os foguetões.
Não é Júpiter, nem Thor,
nem Snark ou outros que tais.
É coisa muito melhor que todo o vasto teor
dos Cabos Canaverais.
A potência destinada
às rotações da turbina
não vem da nafta queimada,
nem é de água oxigenada
nem de ergóis da furalina.
Erecta, na torre erguida,
em alerta permanente,
espera o sinal da partida.
Podia chamar-se VIDA.
Chama-se AMOR, simplesmente.

António Gedeão

2006-12-31

Maria, Mãe de Deus


do Evangelho de 1 de Janeiro (Lc. 2,16-21):
«Quanto a Maria, conservava todas estas coisas, ponderando-as no seu coração. »
.
«Que significa proclamar Maria “Mãe de Deus”?
.
Significa reconhecer que Jesus, o fruto do seu seio, é o Filho de Deus, consubstancial ao Pai, que o gerou na eternidade (Credo).
Um grande mistério, um mistério de amor! Ele, o Filho único do Pai (Jo 1,14), fez-se um entre nós. Desta forma, “a eternidade entrou no tempo” e a sucessão dos anos, dos séculos, dos milénios, não é uma viagem cega para o desconhecido, mas um caminho para Ele, plenitude do tempo (Ga 4,4) e ponto de chegada da história.
Honrando a Santíssima Virgem como Mãe de Deus, queremos igualmente sublinhar que Jesus, o Verbo eterno feito carne, é o verdadeiro "filho de Maria”. [...] Maravilhosa troca de dons: Maria que, enquanto criatura, é primeiro que tudo uma discípula de Cristo e ao mesmo tempo resgatada por Ele, foi escolhida como sua mãe para modelar a sua humanidade.
Na relação entre Maria e Jesus realiza-se assim de maneira exemplar o sentido profundo do Natal: Deus fez-se semelhante a nós, para que nos tornemos, de certa forma, como Ele.
João Paulo II© Libreria Editrice Vaticana

Encontro de Taizé em Zagreb


Mais de 40 mil jovens de toda a Europa e de outros continentes concentraram-se em Zagreb (Croácia) para o 29.º encontro europeu de jovens promovido pela comunidade monástica de Taizé, que começou a 28 de Dezembro e decorre até dia 1 de Janeiro.
Numa região da Europa profundamente marcada pelas feridas de sucessivas guerras, o texto que os participantes irão debater fala de "como resistir à violência, às discriminações, como ultrapassar muros de ódio ou de indiferença".
É a carta de Calcutá, escrita pelo Irmão Alois, durante uma estadia em bairros pobres da cidade indiana, em Setembro.

2006-12-29

Eco do Evangelho de Domingo, dia 31 de Dezembro

Lc. 2,41-52.
Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, pela festa da Páscoa.
Quando Ele chegou aos doze anos, subiram até lá, segundo o costume da festa. Terminados esses dias, regressaram a casa e o menino ficou em Jerusalém, sem que os pais o soubessem.
[...]
Três dias depois, encontraram-no no templo, sentado entre os doutores, a ouvi-los e a fazer-lhes perguntas.
Todos quantos o ouviam, estavam estupefactos com a sua inteligência e as suas respostas. Ao vê-lo, ficaram assombrados e sua mãe disse-lhe:
«Filho, porque nos fizeste isto? Olha que teu pai e eu andávamos aflitos à tua procura!»
Ele respondeu-lhes:
«Porque me procuráveis? Não sabíeis que devia estar em casa de meu Pai?»
Mas eles não compreenderam as palavras que lhes disse.
Depois desceu com eles, voltou para Nazaré e era-lhes submisso.
Sua mãe guardava todas estas coisas no seu coração.
E Jesus crescia em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens.

2006-12-24

Hoje é NATAL: eco do Evangelho de 25 de Dezembro

Jo. 1,1-18.
No princípio existia o Verbo;
o Verbo estava em Deus;
e o Verbo era Deus.
No princípio Ele estava em Deus. Por Ele é que tudo começou a existir; e sem Ele nada veio à existência.
Nele é que estava a Vida de tudo o que veio a existir.
E a Vida era a Luz dos homens.
A Luz brilhou nas trevas, mas as trevas não a receberam.
[...]
O Verbo era a Luz verdadeira, que, ao vir ao mundo, a todo o homem ilumina.
[...]
Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.
Mas, a quantos o receberam, aos que nele crêem, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.
[...]
E o Verbo fez-se homem e veio habitar connosco. E nós contemplámos a sua glória, a glória que possui como Filho Unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade.

2006-12-22

Eco do Evangelho de Domingo, 24 de Dezembro

Lc. 1,39-45.
Por aqueles dias, Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se à pressa para a montanha, a uma cidade da Judeia.
Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou-lhe de alegria no seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.
Então, erguendo a voz, exclamou:
«Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.
E donde me é dado que venha ter comigo a mãe do meu Senhor?
Pois, logo que chegou aos meus ouvidos a tua saudação, o menino saltou de alegria no meu seio. Feliz de ti que acreditaste, porque se vai cumprir tudo o que te foi dito da parte do Senhor.»

2006-12-21

Advento: tempo de dar, de DAR sentido ao DAR

Este é um momento propício para ajustarmos o nosso modo de dar.
Dar sentido aos presentes.
Dar tempo. (e dar tempo ao tempo)
Ousar o encontro. Estar/ser presente.
Fazer novo com o "velho".
Alargar aos esquecidos os nossos dons.
Dar Alegria.
Dar com Alegria.
Aceitar com Alegria.
Rejubilar com a Boa Notícia.
Dar Glória a Deus.
Viver em Paz.

Um artigo sobre «mil maneiras de dar» pode ser lido aqui.

2006-12-19

Kofi Annan: 5 lições

A poucos dias de terminar o seu mandato como Secretário Geral da ONU, Kofi Annan escreveu o seu testamento político, a partir da sua experiência dos últimos 10 anos. Enuncia "cinco grandes lições", que podem ser sintetizadas em "cinco grandes princípios" fundamentais para as relações internacionais no século XXI:
1) No mundo de hoje, todos somos responsáveis pela nossa segurança;
2) Não é realista pensar que uns quantos podem continuar a retirar grandes benefícios da globalização enquanto milhares de outros permanecem ou são atirados para uma pobreza abjecta;
3) A segurança e a prosperidade dependem do respeito pelos direitos humanos e pelo Estado de Direito;
4) Os governos devem ser responsabilizados pelos seus actos;
5) As instituições devem ser organizadas de maneira justa e democrática, permitindo que os pobres e os fracos tenham alguma influência sobre a acção dos ricos e dos fortes.

2006-12-15

Eco do Evangelho de Domingo, 17 de Dezembro

Lc. 3,10-18.
E as multidões perguntavam-lhe:
«Que devemos, então, fazer?»
Respondia-lhes:
«Quem tem duas túnicas reparta com quem não tem nenhuma, e quem tem mantimentos faça o mesmo.»
Vieram também alguns cobradores de impostos, para serem baptizados e disseram-lhe:
«Mestre, que havemos de fazer?»
Respondeu-lhes:
«Nada exijais além do que vos foi estabelecido.»
Por sua vez, os soldados perguntavam-lhe:
«E nós, que devemos fazer?»
Respondeu-lhes:
«Não exerçais violência sobre ninguém, não denuncieis injustamente e contentai-vos com o vosso soldo.»
Estando o povo na expectativa e pensando intimamente se ele não seria o Messias, João disse a todos:
«Eu baptizo-vos em água, mas vai chegar alguém mais forte do que eu, a quem não sou digno de desatar a correia das sandálias. Ele há-de baptizar-vos no Espírito Santo e no fogo. Tem na mão a pá de joeirar, para limpar a sua eira e recolher o trigo no seu celeiro; mas queimará a palha num fogo inextinguível.»
E, com estas e muitas outras exortações, anunciava a Boa-Nova ao povo.

2006-12-13

Advento: tempo de "exaltação dos humildes"

A atribuição do prémio Nobel da Paz deste ano, cuja cerimónia de entrega ocorreu Domingo passado, foi um momento histórico para muitos "humildes".
O discurso de Muhammad Yunus pode ser lido aqui.

2006-12-07

Na Festa da Senhora da Conceição: Maria & C.ª

A Virgem e o menino com Santa Ana e S. João Baptista.
Leonardo da Vinci.
Carvão e pedra branca s/ papel. 142 x 106 cm. C/ 1507 (National Gallery - Londres)

Eco do EVANGELHO de Domingo, 10 de Dezembro

Lc. 3,1-6.
No décimo quinto ano do reinado do imperador Tibério, quando Pôncio Pilatos era governador da Judeia, Herodes, tetrarca da Galileia, seu irmão Filipe, tetrarca da Itureia e da Traconítide, e Lisânias, tetrarca de Abilena, sob o pontificado de Anás e Caifás, a palavra de Deus foi dirigida a João, filho de Zacarias, no deserto.
Começou a percorrer toda a região do Jordão, pregando um baptismo de penitência para remissão dos pecados, como está escrito no livro dos oráculos do profeta Isaías:
«Uma voz clama no deserto:
'Preparai o caminho do Senhor e endireitai as suas veredas.
Toda a ravina será preenchida, todo o monte e colina serão abatidos; os caminhos tortuosos ficarão direitos e os escabrosos tornar-se-ão planos.
E toda a criatura verá a salvação de Deus.'»

2006-12-06

Advento: tempo de serviço ao próximo

A cada um, fazer-se próximo e cuidar do "outro".
As maneiras são muitas. Aqui ficam só algumas. Quem quiser lembrar outras, não deixe de o fazer - é um serviço que presta.
+ Os escuteiros propõem-se fazer pelo menos 1 BA (boa acção) cada dia.
+ Para «servir de ponto de encontro entre a procura e a oferta de trabalho voluntário» foi ontem - dia do voluntariado - inaugurada a
Bolsa do Voluntariado(http://www.bolsadovoluntariado.pt/).

2006-12-05

Advento: tempo de esperança, em comunidade

«...as comunidades cristãs são outro dos lugares privilegiados para um saudável enfrentar dos medos colectivos.
Porque são espaços abertos ao aprofundamento e à celebração da esperança e devem, cada vez mais, servir de mediação para empenhamentos colectivos em causas comuns que favoreçam a justiça, o desenvolvimento e a paz.
Que o tempo litúrgico do Advento, que as comunidades cristãs são chamadas a celebrar nas próximas semanas, nos mova interiormente a içar as velas da esperança, para atravessarmos, com ousadia, os mares alterosos dos nossos medos pessoais e colectivos.»
Manuela Silva (vale a pena ler o texto todo aqui).

Obrigado ao optimista por opção pela referência a este texto.

2006-11-29

Eco do EVANGELHO de Domingo, 3 de Novembro

Lc. 21,25-28.34-36.
«Haverá sinais no Sol, na Lua e nas estrelas; e, na Terra, angústia entre os povos, aterrados com o bramido e a agitação do mar; os homens morrerão de pavor, na expectativa do que vai acontecer ao universo, pois as forças celestes serão abaladas.
Então, hão-de ver o Filho do Homem vir numa nuvem com grande poder e glória.
Quando estas coisas começarem a acontecer, cobrai ânimo e levantai a cabeça, porque a vossa redenção está próxima.»
«Tende cuidado convosco: que os vossos corações não se tornem pesados com a devassidão, a embriaguez e as preocupações da vida, e que esse dia não caia sobre vós subitamente, como um laço; pois atingirá todos os que habitam a terra inteira.
Velai, pois, orando continuamente, a fim de terdes força para escapar a tudo o que vai acontecer e aparecerdes firmes diante do Filho do Homem.»

preparar o ADVENTO

Vamos começar a preparar a Coroa do Advento para acender a primeira vela no próximo domingo.

2006-11-27

Bento XVI na Turquia

Por ocasião da festa de Santo André, lembrado como o primeiro Apostolo a ser chamado, o Papa visita a Turquia, encontrando-se com o Patriarca Ecuménico de Constantinopla Bartolomeu I, da Igreja Ortodoxa.
O programa da visita inclui também Ancara, Éfeso e Istambul.
A viagem pode marcar o futuro das relações da Igreja Católica com as Igrejas Ortodoxas e com o Islamismo.
Será também importante para as relações entre a Turquia e a União Europeia.

2006-11-26

Deixar reinar é uma forma de "REINAR"

Neste Domingo falou-se de Cristo-Rei.
Embora esteja longe do Porto lembro-me que por aí se idz "reinar" como "brincar" e "divertir".
Espero que deixar que Jesus reine seja uma forma de "reinar". Assim junta-se o útil e bom ao agradável.
Boa "reinação" durante a semana.

2006-11-24

Inauguração da Igreja de S. Pedro de Firminy

Abre hoje ao público a Igreja de Firminy.
Projectada por Le Corbusier, começou a ser construída em 1970.
As obras, recentemente concluídas, tinham sido interrompidas em 1978.

2006-11-23

Eco do Evangelho de Domingo, 26 de Novembro

Jo. 18,33-37.
Pilatos entrou de novo no edifício da sede, chamou Jesus e perguntou-lhe: «Tu és rei dos judeus?» Respondeu-lhe Jesus: «Tu perguntas isso por ti mesmo, ou porque outros to disseram de mim?» Pilatos replicou: «Serei eu, porventura, judeu? A tua gente e os sumos sacerdotes é que te entregaram a mim! Que fizeste?» Jesus respondeu: «A minha realeza não é deste mundo; se a minha realeza fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que Eu não fosse entregue às autoridades judaicas; portanto, o meu reino não é de cá.» Disse-lhe Pilatos: «Logo, Tu és rei!» Respondeu-lhe Jesus: «É como dizes: Eu sou rei! Para isto nasci, para isto vim ao mundo: para dar testemunho da Verdade. Todo aquele que vive da Verdade escuta a minha voz.»

2006-11-22

O PORTUGUÊS, LÍNGUA DA EUROPA

De há muito que pressões na União Europeia para uma "simplificação linguística" se traduzem em riscos de desvalorização, por arrasto, da nossa língua. Os factos são conhecidos, assim como é conhecida a disputa que se trava.Se as línguas forem vistas em termos apenas intra-europeus, as nossas dificuldades serão enormes: o nosso peso demográfico é reduzido, a força económica e cultural idem, o peso político limitado, a geografia pôs-nos na periferia.
Mas tudo muda, se a UE for conduzida a olhar as suas línguas em termos globais, de abertura ao mundo e diálogo universal. O português é a terceira "língua europeia de comunicação universal", o que puxa outra "estatística", na demografia, no relevo cultural, no interesse económico, na potência política. E também no potencial. Além de nos retirar da periferia e nos colocar, com a Europa, no centro do mundo.
Noutra perspectiva: a Europa fica, também pela nossa língua, mais no coração da globalização.Foi com este pensamento que o deputado europeu Ribeiro e Castro lançou para a arena o conceito "línguas europeias de comunicação universal".
O primeiro êxito foi um parágrafo de uma resolução do Parlamento Europeu (sobre Macau) que, em Abril de 2003, reconheceu expressamente que "a língua portuguesa é, em número de falantes, a terceira língua europeia de comunicação universal".
O estatuto universal do português (a seguir ao inglês e ao espanhol; e à frente do francês) ficou escrito em letra de forma.
Surgiu recentemente uma grande oportunidade.A Comissão Europeia tem pela primeira vez um comissário com o pelouro expresso do "multilinguismo" que apresentou uma comunicação em Novembro de 2005, de intencionalidade política bem clara: "Um novo quadro estratégico para o multilinguismo".
Ou seja, a UE está a definir uma política europeia para o multilinguismo.Para nós, portugueses, e para a nossa língua, o desafio é claro: ou figuramos nessa estratégia e tudo bem; ou não figuramos nela e tudo mal... por muitos anos, certamente.
Foi há poucos dias foi aprovado pelo Parlamento Europeu, em Estrasburgo, por 537 votos a favor, 50 contra e 59 abstenções, uma resolução sobre o novo quadro estratégico para o multilinguismo, que integrou propostas do líder do CDS, José Ribeiro e Castro, as quais assumem particular relevância para a língua portuguesa:
* *Considerando que algumas línguas europeias são também faladas em muitos outros países terceiros e constituem um importante elo entre os povos e nações de diferentes regiões do mundo,
* *Considerando que algumas línguas europeias se prestam particularmente ao estabelecimento de uma comunicação directa com outras regiões do mundo;
* *Reconhece a importância estratégica das línguas europeias de comunicação universal como veículo de comunicação e como forma de solidariedade, cooperação e investimento económico e, por conseguinte, como uma das principais directrizes da política europeia em matéria de multilinguismo;
Recorda-se que, já em 8 de Abril de 2003, também por proposta do eurodeputado Ribeiro e Castro, foi aprovado um texto que se reconhece que "a língua portuguesa é, em número de falantes, a terceira língua europeia de comunicação universal.".
Em virtude da aprovação daqueles novos considerandos e parágrafo, o Parlamento Europeu afirma que a Europa não pode fechar-se sobre si própria, mas deve atender ao resto do mundo e à capacidade de comunicar à escala global.
E que algumas línguas são ferramentas preciosas nesse sentido.

Ajudar a Alimentar para matar a fome

No próximo fim de semana haverá mais uma oportunidade de colaborar com o Banco Alimentar.

2006-11-21

Esperança no feminino

Trazem uma lufada de ar fresco e uma forma diferente de fazer política.
Olhando mais para as pessoas, de forma realista e prática.
É a esperança no feminino.

2006-11-17

Eco do Evangelho de Domingo, 19 de Novembro

Mc.13,24-32.
[...] o Sol vai escurecer-se e a Lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do céu e as forças que estão no céu serão abaladas.
Então, verão o Filho do Homem vir sobre as nuvens com grande poder e glória. Ele enviará os seus anjos e reunirá os seus eleitos dos quatro ventos, da extremidade da terra à extremidade do céu.
«Aprendei, pois, a parábola da figueira. Quando já os seus ramos estão tenros e brotam as folhas, sabeis que o Verão está próximo.
Assim, também, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que Ele está próximo, às portas. Em verdade vos digo: Não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam.
O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão.
Quanto a esse dia ou a essa hora, ninguém os conhece: nem os anjos do Céu, nem o Filho; só o Pai.»

2006-11-16

Margarida, rainha da Escócia

Celebra-se hoje Santa Margarida, rainha da Escócia.
Santa, «não pelos difíceis caminhos da dor e da humilhação, mas na alegria e na simplicidade.»
Já diz o nosso povo: um santo triste, é um triste santo.