2013-05-31

Diálogo com o Evangelho



Diálogo com o Evangelho de 2 de junho, Domingo do Corto de Deus, pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

A vida questiona o Evangelho de Domingo, 2 de junho, Corpo de Deus

Lucas 9,11b-17.
Mas as multidões, que tal souberam, seguiram-no. Jesus acolheu-as e pôs-se a falar-lhes do Reino de Deus, curando os que necessitavam.
Ora, o dia começava a declinar. Os Doze aproximaram-se e disseram-lhe: «Despede a multidão, para que, indo pelas aldeias e campos em redor, encontre alimento e onde pernoitar, pois aqui estamos num lugar deserto.»
Disse-lhes Ele: «Dai-lhes vós mesmos de comer.» Retorquiram: «Só temos cinco pães e dois peixes; a não ser que vamos nós mesmos comprar comida para todo este povo!»
Eram cerca de cinco mil homens. Jesus disse aos discípulos: «Mandai-os sentar por grupos de cinquenta.»
Assim procederam e mandaram-nos sentar a todos.
Tomando, então, os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao céu, abençoou-os, partiu-os e deu-os aos discípulos, para que os distribuíssem à multidão.
Todos comeram e ficaram saciados; e, do que lhes tinha sobrado, ainda recolheram doze cestos cheios.

2013-05-25

Diálogo com o Evangelho


Diálogo com o Evangelho de 26 de maio, Domingo da Santíssima Trindade, pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

A vida questiona o Evangelho de Domingo da Santíssima Trindade

João 16,12-15.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de as compreender por agora.
Quando Ele vier, o Espírito da Verdade, há-de guiar-vos para a Verdade completa. Ele não falará por si próprio, mas há-de dar-vos a conhecer quanto ouvir e anunciar-vos o que há-de vir.
Ele há-de manifestar a minha glória, porque receberá do que é meu e vo-lo dará a conhecer.
Tudo o que o Pai tem é meu; por isso é que Eu disse: 'Receberá do que é meu e vo-lo dará a conhecer'.»

2013-05-17

Diálogo com o Evangelho


Diálogo com o Evangelho de 19 de maio, Domingo do Pentecostes, pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

A vida questiona o Evangelho de Domingo, 19 de maio - Pentecostes

Jo. 14,15-16.23b-26. 
«Se alguém me tem amor, há-de guardar a minha palavra; e o meu Pai o amará, e Nós viremos a ele e nele faremos morada.
Quem não me tem amor não guarda as minhas palavras; e a palavra que ouvis não é minha, mas é do Pai, que me enviou».
«Fui-vos revelando estas coisas enquanto tenho permanecido convosco; mas o Paráclito, o Espírito Santo que o Pai enviará em meu nome, esse é que vos ensinará tudo, e há-de recordar-vos tudo o que Eu vos disse.»

2013-05-11

Diálogo com o Evangelho


Diálogo com o Evangelho de 12 de maio, Domingo da Ascenção, pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

A vida questiona o Evangelho de Domingo, 12 de maio - Ascenção

Lc. 24,46-53.
E disse-lhes: «Assim está escrito que o Messias havia de sofrer e ressuscitar dentre os mortos, ao terceiro dia; que havia de ser anunciada, em seu nome, a conversão para o perdão dos pecados a todos os povos, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas destas coisas.
E Eu vou mandar sobre vós o que meu Pai prometeu. Entretanto, permanecei na cidade até serdes revestidos com a força do Alto.»
Depois, levou-os até junto de Betânia e, erguendo as mãos, abençoou-os. Enquanto os abençoava, separou-se deles e elevava-se ao Céu.
E eles, depois de se terem prostrado diante dele, voltaram para Jerusalém com grande alegria. E estavam continuamente no templo a bendizer a Deus.

2013-05-09

Hoje é dia da Europa


Santa Catarina de Sena, padroeira da Europa, cuja festa se celebrou recentemente (29 de abril), meteu-se na política. 

Ver aqui.


2013-05-08

Palestiniana de 15 anos no TEDx Youth Aveiro

Dima Mimi, de 15 anos de idade, vem a Aveiro e vai ser uma das oradoras do TEDx Youth em Aveiro, no próximo dia 15, a partir das 13h30.

É uma refugiada palestiniana em Al Ludd.

Nunca teve a oportunidade de visitar a sua cidade natal por causa da ocupação israelita. Nasceu e cresceu num campo de refugiados perto de Ramallah. Os seus pais conseguiram mudar-se para a cidade para tentarem proporcionar aos filhos uma melhor vida.

Dima tornou-se membro do Conselho da Juventude da sua cidade (Ramallah) e é também bailarina no grupo El Funoun Dance. É hoje é uma das jovens mais activas no Conselho da Juventude de Ramallah.

É uma amante de voluntariado, e ama a paz tanto quanto detesta a ocupação israelita. No futuro, ambiciona entrar numa boa universidade e estudar algo que lhe proporcione uma vida boa.

A Dima Mimi vem para falar da participação dos jovens na comunidade e dar testemunho do seu envolvimento cívico numa realidade de território ocupado, em que o voluntariado jovem tem um impacto enorme em toda a sociedade palestiniana.


Quem puder não perca!

2013-05-04

Diálogo com o Evangelho


Diálogo com o Evangelho de 5 de maio, 6º Domingo de Páscoa, pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

A vida questiona o Evangelho de Domingo, 5 de maio

Jo. 14,23-29.
Respondeu-lhe Jesus: «Se alguém me tem amor, há-de guardar a minha palavra; e o meu Pai o amará, e Nós viremos a ele e nele faremos morada.
Quem não me tem amor não guarda as minhas palavras; e a palavra que ouvis não é minha, mas é do Pai, que me enviou».
«Fui-vos revelando estas coisas enquanto tenho permanecido convosco; mas o Paráclito, o Espírito Santo que o Pai enviará em meu nome, esse é que vos ensinará tudo, e há-de recordar-vos tudo o que Eu vos disse.»
«Deixo-vos a paz; dou-vos a minha paz. Não é como a dá o mundo, que Eu vo-la dou. Não se perturbe o vosso coração nem se acobarde.
Ouvistes o que Eu vos disse: 'Eu vou, mas voltarei a vós.' Se me tivésseis amor, havíeis de alegrar-vos por Eu ir para o Pai, pois o Pai é mais do que Eu. Digo-vo-lo agora, antes que aconteça, para crerdes quando isso acontecer.

2013-05-02

Mais muros...



Dans une lettre ouverte adressée au pape François le 29 avril dernier, la communauté palestinienne chrétienne s’en remet à l’intervention du Saint Père.

Le tracé d’une nouvelle portion de mur séparant Bethléem et Jérusalem a été confirmé par la justice israélienne. Ce verdict, qui arrive après sept années de procédure, n’est pas sans mécontenter les chrétiens palestiniens de Cisjordanie. En effet, il va priver de leurs terres 58 familles de Beit Jala ainsi que les couvents salésiens de la zone.
 C’est pour dénoncer cette décision injuste et lui demander d’intervenir en leur faveur que les chrétiens palestiniens de cette région ont adressé une lettre ouverte au pape François dont l’élection a suscité pas mal d’espoir dans le chef des palestiniens. Et la date n’a pas été choisie au hasard. En effet, le président israélien, Shimon Peres, est reçu ce mardi 30 avril par le souverain pontife. Les auteurs de cette lettre en appellent donc à l’intervention du pape et espèrent que ce face à face entre le pape et celui qui est considéré comme l’un des piliers de la politique israélienne de colonisation change la donne. Ceci est d’autant plus vrai que parmi les sujets dans l’agenda de deux chefs d’état figurent «la relance des négociations entre Israël et les palestiniens» ainsi que «l’approfondissement des relations entre les chrétiens et le peuple juif«, tel qu’indiqué dans un communiqué diffusé par le Bureau de Presse de la présidence israélienne.
Adélard Matoko.
Fonte: InfoCatho.be

2013-04-26

Diálogo com o Evangelho


Diálogo com o Evangelho de 28 de abril, 5º Domingo de Páscoa, pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

A vida questiona o Evengelho de Domingo, 28 de abril

Jo. 13,31-33a.34-35. 
Depois de Judas ter saído, Jesus disse: «Agora é que se revela a glória do Filho do Homem e assim se revela nele a glória de Deus. E, se Deus revela nele a sua glória, também o próprio Deus revelará a glória do Filho do Homem, e há-de revelá-la muito em breve.»
«Filhinhos, já pouco tempo vou estar convosco. Haveis de me procurar, e, assim como Eu disse aos judeus: 'Para onde Eu for vós não podereis ir', também agora o digo a vós. Dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei.
Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.»

2013-04-20

Diálogo com o Evangelho


Diálogo com o Evangelho de 21 de abril, 4º Domingo de Páscoa, pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

A vida questiona o Evangelho de Domingo, 21 de abril

Jo. 10,27-30.  
Naquele tempo, disse Jesus: «As minhas ovelhas escutam a minha voz: Eu conheço-as e elas seguem-me.
Dou-lhes a vida eterna, e nem elas hão-de perecer jamais, nem ninguém as arrancará da minha mão.
O que o meu Pai me deu vale mais que tudo e ninguém o pode arrancar da mão do Pai.
Eu e o Pai somos Um.»

2013-04-14

Diálogo com o Evangelho



Diálogo com o Evangelho de 14 de abril, 3º Domingo de Páscoa, pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

A vida questiona o Evangelho de Domingo, 14 de abril


Jo. 21,1-19.
Naquele tempo, Jesus apareceu outra vez aos discípulos, junto ao lago de Tiberíades, e manifestou-se deste modo: estavam juntos Simão Pedro, Tomé, a quem chamavam o Gémeo, Natanael, de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos. Disse-lhes Simão Pedro: «Vou pescar.» Eles responderam-lhe: «Nós também vamos contigo.» Saíram e subiram para o barco, mas naquela noite não apanharam nada.
Ao romper do dia, Jesus apresentou-se na margem, mas os discípulos não sabiam que era Ele.
Jesus disse-lhes, então: «Rapazes, tendes alguma coisa para comer?» Eles responderam-lhe: «Não.»
Disse-lhes Ele: «Lançai a rede para o lado direito do barco e haveis de encontrar.» Lançaram-na e, devido à grande quantidade de peixes, já não tinham forças para a arrastar.
Então, o discípulo que Jesus amava disse a Pedro: «É o Senhor!» Simão Pedro, ao ouvir que era o Senhor, apertou a capa, porque estava sem mais roupa, e lançou-se à água.
Os outros discípulos vieram no barco, puxando a rede com os peixes; com efeito, não estavam longe da terra, mas apenas a uns noventa metros.
Ao saltarem para terra, viram umas brasas preparadas com peixe em cima e pão.
Jesus disse-lhes: «Trazei dos peixes que apanhastes agora.»
Simão Pedro subiu à barca e puxou a rede para terra, cheia de peixes grandes: cento e cinquenta e três. E, apesar de serem tantos, a rede não se rompeu.
Disse-lhes Jesus: «Vinde almoçar.» E nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar-lhe: «Quem és Tu?», porque bem sabiam que era o Senhor.
Jesus aproximou-se, tomou o pão e deu-lho, fazendo o mesmo com o peixe.
Esta já foi a terceira vez que Jesus apareceu aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado dos mortos.
Depois de terem comido, Jesus perguntou a Simão Pedro: «Simão, filho de João, tu amas-me mais do que estes?» Pedro respondeu: «Sim, Senhor, Tu sabes que eu sou deveras teu amigo.» Jesus disse-lhe: «Apascenta os meus cordeiros.»
Voltou a perguntar-lhe uma segunda vez: «Simão, filho de João, tu amas-me?» Ele respondeu: «Sim, Senhor, Tu sabes que eu sou deveras teu amigo.» Jesus disse-lhe: «Apascenta as minhas ovelhas.»
E perguntou-lhe, pela terceira vez: «Simão, filho de João, tu és deveras meu amigo?» Pedro ficou triste por Jesus lhe ter perguntado, à terceira vez: 'Tu és deveras meu amigo?' Mas respondeu-lhe: «Senhor, Tu sabes tudo; Tu bem sabes que eu sou deveras teu amigo!» E Jesus disse-lhe: «Apascenta as minhas ovelhas.
Em verdade, em verdade te digo: quando eras mais novo, tu mesmo atavas o cinto e ias para onde querias; mas, quando fores velho, estenderás as mãos e outro te há-de atar o cinto e levar para onde não queres.»
E disse isto para indicar o género de morte com que ele havia de dar glória a Deus. Depois destas palavras, acrescentou: «Segue-me!»

2013-04-12

Museu da Palestina

The Palestinian Museum from Palestinian Museum on Vimeo.

Foi ontem inaugurado o Museu da Palestina.

É um museu dedicado à compreensão da cultura, história e sociedade palestiniana.

Pode ser visto aqui.

2013-04-07

Diálogo com o Evangelho


Diálogo com o Evangelho de 7 de abril, 2º Domingo de Páscoa, pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

2013-04-05

A vida questiona o Evangelho do 2º Domingo da Páscoa, 7 de abril

João 20,19-31.
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, com medo das autoridades judaicas, veio Jesus, pôs-se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco!» Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o peito. Os discípulos encheram-se de alegria por verem o Senhor. E Ele voltou a dizer-lhes: «A paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós.»
Em seguida, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ficarão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ficarão retidos.»
Tomé, um dos Doze, a quem chamavam o Gémeo, não estava com eles quando Jesus veio.
Diziam-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor!» Mas ele respondeu-lhes: «Se eu não vir o sinal dos pregos nas suas mãos e não meter o meu dedo nesse sinal dos pregos e a minha mão no seu peito, não acredito.»
Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez dentro de casa e Tomé com eles. Estando as portas fechadas, Jesus veio, pôs-se no meio deles e disse: «A paz seja convosco!» Depois, disse a Tomé: «Olha as minhas mãos: chega cá o teu dedo! Estende a tua mão e põe-na no meu peito. E não sejas incrédulo, mas fiel.»
Tomé respondeu-lhe: «Meu Senhor e meu Deus!»
Disse-lhe Jesus: «Porque me viste, acreditaste. Felizes os que crêem sem terem visto».
Muitos outros sinais miraculosos realizou ainda Jesus, na presença dos seus discípulos, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e, acreditando, terdes a vida nele.

2013-03-31

Diálogo com o Evangelho


Diálogo com o Evangelho de 31 de março, Domingo de Páscoa, pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

Ressuscitou! Evangenho de Domingo da Páscoa, 31 de março


Jo. 20,1-9.
No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo logo de manhã, ainda escuro, e viu retirada a pedra que o tapava. Correndo, foi ter com Simão Pedro e com o outro discípulo, o que Jesus amava, e disse-lhes: «O Senhor foi levado do túmulo e não sabemos onde o puseram.»
Pedro saiu com o outro discípulo e foram ao túmulo.
Corriam os dois juntos, mas o outro discípulo correu mais do que Pedro e chegou primeiro ao túmulo.
Inclinou-se para observar e reparou que os panos de linho estavam espalmados no chão, mas não entrou.
Entretanto, chegou também Simão Pedro, que o seguira. Entrou no túmulo e ficou admirado ao ver os panos de linho espalmados no chão,
ao passo que o lenço que tivera em volta da cabeça não estava espalmado no chão juntamente com os panos de linho, mas de outro modo, enrolado noutra posição.
Então, entrou também o outro discípulo, o que tinha chegado primeiro ao túmulo. Viu e começou a crer,
pois ainda não tinham entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos.

2013-03-30

Forum Social Mundial em Tunes


Termina hoje em Tunes, capital da Tunísia,  mais uma edição do Fórum Social Mundial
A Tunísia foi o primeiro pais Árabe que experimentou um levantamento popular exigindo a democratização do pais dominado até então por sucessivos ditadores. 
Na sequência desse movimento outros países da região também passaram por situações semelhantes, no que ficou conhecido como a Primavera Árabe. 
A realização do Fórum Social Mundial na Tunísia é emblemática pois está em debate a construção de um outro mundo possível, assim como os tunisinos iniciaram a luta por um outro pais possível, mais democrático, participativo e justo - fonte.

Descentrar a Igreja dela própria


"Uma Igreja que se aproxime das periferias existenciais da humanidade".

Foi esta a síntese das palavras que o cardeal Jorge Mario Bergoglio pronunciou durante uma congregação geral dos cardeais antes de entrarem no conclave (como foi revelado agora).

Aqui fica o texto em quatro pontos que serviu de base à sua intervenção:

1.Evangelizar supõe zelo apostólico. Evangelizar supõe para a Igreja a audácia de sair de si própria. A Igreja é chamada a sair de si própria para ir até às periferias, não apenas geográficas, mas também das periferias existenciais: as do mistério do pecado, as da dor, as da injustiça, as da ignorância e da abstenção religiosa, as do pensamento, as de toda a miséria.
2.Quando a Igreja não sai de si própria para evangelizar, torna-se auto-referencial e fica doente (cfr. A mulher curvada sobre si própria do Evangelho). Os males que, ao longo do tempo, se dão nas instituições eclesiásticas têm raiz de auto-referencialidade, uma espécie de narcisismo teológico.
No Apocalipse, Jesus diz que está à porta e chama. Evidentemente, o texto refere-se ao que chama desde fora para entrar. Mas penso nas vezes em que Jesus bate desde o interior para que o deixemos sair. A Igreja auto-referencial pretende Jesus Cristo dentro de si e não o deixa sair.
3. A Igreja, quando é auto-referencial, sem se dar conta, crê que tem luz própria. Ela deixa de ser o mysterium lunae, e da lugar a esse mal tão grave que é a mundanidade espiritual (segundo Lubac [Henri de Lubac, cardeal jesuíta francês], o pior mal que pode acontecer à Igreja). É viver para glorificar uns aos outros.
Simplificando, há duas imagens da Igreja: a Igreja evangelizadora que sai de si própria, a Dei verbum religiose audiens et fidenter proclamans; ou a Igreja mundana que vive em si própria, de si própria e para si própria.
Isto deve dar luz aos possíveis caminhos e reformas que já que fazer para a salvação das almas.
4. Pensado no próximo Papa: um homem que, a partir da contemplação de Jesus Cristo e da adoração de Jesus Cristo ajude a Igreja a sair de si própria para as periferias existenciais, que a ajude a ser a mão fecunda que vive “da doce e reconfortante alegria da evangelização”.
Roma, 9 de março de 2013 

2013-03-29

Jerusalém

Nestes dias em que se revive o que se passou em Jesuralém há 2000 anos, vale a pena ver este video sobre a atualidade desta cidade magnífica, cuja parte Oriental vive sob ocupação há mais de 45 anos.
Explica bem os seus problemas e conflitos atuais e a persistente pretensão israelita de dominar toda a cidade.





Sexta-feira Santa

A propósito de sexta-feira santa.

E do amor que faz do outro sagrado.