
Reune-se a partir de hoje e até dia 24 a primeira assembleia para o Médio Oriente do Sínodo dos Bispos.
O Sinodo destina-se ao católicos de Jerusalém, dos territórios palestinianos, bem como destes países: Arábia Saudita, Bahrein, Chipre, Egipto, Emiratos Árabes Unidos, Jordânia, Iémen, Irão, Iraque, Israel, Kuwait, Líbano, Oman, Qatar, Síria e Turquia.
Para além dos católicos de rito latino (comum à maior parte dos países ocidentais, como em Portugal), existem nestes países seis Igrejas orientais católicas com autonomia própria, “sui iuris”, lideradas por um Patriarca próprio, em comunhão com Roma: Coptas, sírios, greco-melquitas, maronitas, caldeus e arménios.
Estarão também presentes representantes de outras seis Igrejas orientais católicas: a etíope, a grega, a romena, a siro-malabar, a siro-malancar e a ucraniana.
Pela primeira vez o árabe será língua oficial de um Sínodo.
São convidados especiais de Bento XVI algumas personalidades dos mundos judaico e muçulmano, para falar aos participantes no Sínodo:
- o rabi David Rosen, director do Departamento para os assuntos inter-religiosos do American Jewish Committee;
- o Muhammad al-Sammak, conselheiro político do grão-mufti do Líbano (sunita);
- o Ayatollah Seyed Mostafa Mohaghegh Ahmadabadi, professor da faculdade de direito da Shahid Beheshti University de Teerão e membro da Academia Iraniana das Ciências (xiita).