2014-06-28

Diálogo com o Evangelgo



Diálogo com o Evangelho, do Domingo 29 de junho, pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

A vida questiona o Evangelho de Domingo, 29 de Junho

Mt. 16,13-19.
Naquele tempo, ao chegar à região de Cesareia de Filipe, Jesus fez a seguinte pergunta aos seus discípulos: «Quem dizem os homens que é o Filho do Homem?»
Eles responderam: «Uns dizem que é João Baptista; outros, que é Elias; e outros, que é Jeremias ou algum dos profetas.»
Perguntou-lhes de novo: «E vós, quem dizeis que Eu sou?»
Tomando a palavra, Simão Pedro respondeu: «Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo.»
Jesus disse-lhe em resposta: «És feliz, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que to revelou, mas o meu Pai que está no Céu. Também Eu te digo: Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do Abismo nada poderão contra ela. Dar-te ei as chaves do Reino do Céu; tudo o que ligares na terra ficará ligado no Céu e tudo o que desligares na terra será desligado no Céu.»

2014-06-20

A vida questiona o Evangelho de Domingo, 22 de junho


Jo. 6,51-59.
Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «Eu sou o pão vivo, o que desceu do Céu: se alguém comer deste pão, viverá eternamente; e o pão que Eu hei-de dar é a minha carne, pela vida do mundo.» 
Disse-lhes Jesus: «Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes mesmo a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. 
Quem realmente come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e Eu hei-de ressuscitá-lo no último dia, porque a minha carne é uma verdadeira comida e o meu sangue, uma verdadeira bebida; quem come mesmo deste pão viverá eternamente.»
Isto foi o que Ele disse em Cafarnaúm, ao ensinar na sinagoga.

2014-06-15

Pentecostes - Homilia do Papa Francisco

Pentecostes, um dia que se renova todos os dias
«Todos ficaram cheios do Espírito Santo» (Atos 2, 4).
Falando aos apóstolos na Última Ceia, Jesus disse que, após a sua partida deste mundo, enviar-lhes-ia o dom do Pai, isto é, o Espírito Santo. Esta promessa realiza-se poderosamente no dia do Pentecostes, quando o Espírito Santo desce sobre os discípulos reunidos no Cenáculo.
Aquela efusão, ainda que extraordinária, não foi a única nem limitada àquele momento, mas foi um acontecimento que se renovou e continua a renovar-se. Cristo glorificado à direita do Pai continua a realizar a sua promessa, enviando sobre a Igreja o Espírito vivificante, que nos ensina, nos recorda e nos faz falar.

O Espírito Santo ensina-nos
O Espírito Santo ensina-nos: é o Mestre interior. Guia-nos pelo caminho certo, através das situações da vida. Ele ensina-nos a estrada, a via. Nos primeiros tempos da Igreja, o cristianismo era chamado «o caminho», e o próprio Jesus é o Caminho.
O Espírito Santo ensina-nos a segui-lo, a caminhar seguindo os seus passos. Mais do que um mestre de doutrina, o Espírito Santo é um mestre de vida. E da vida faz parte, certamente, também o saber, o conhecer, mas dentro de horizonte mais amplo e harmonioso da existência cristã.

O Espírito Santo recorda-nos
O Espírito Santo recorda-nos, recorda-nos tudo o que Jesus disse. É a memória viva da Igreja. E ao mesmo tempo que nos recorda, faz-nos compreender as palavras do Senhor.
Este recordar no Espírito e graças ao Espírito não se reduz a um facto mnemónico, mas é um aspeto essencial da presença de Cristo em nós e na sua Igreja. O Espírito de verdade e de caridade recorda-nos tudo aquilo que Cristo disse, faz-nos entrar cada vez mais plenamente no sentido das suas palavras.
Todos nós temos esta experiência: num determinado momento, em qualquer situação, surge uma ideia e depois outra liga-se a um trecho da Escritura... É o Espírito que nos faz fazer esta estrada: a estrada da memória viva da Igreja.
E isto pede de nós uma resposta: quanto mais a nossa resposta é generosa, mais as palavras de Jesus se tornam vida em nós, tornam-se atitudes, escolhas, gestos, testemunho. O Espírito recorda-nos, substancialmente, o mandamento do amor, e chama-nos a vivê-lo.
Um cristão sem memória não é um verdadeiro cristão: é um cristão a meio caminho, é um homem ou uma mulher prisioneiro do momento, que não sabe fazer tesouro da sua história, não sabe lê-la e vivê-la como história de salvação.
Pelo contrário, com a ajuda do Espírito Santo, podemos interpretar as inspirações interiores e os acontecimento da vida à luz das palavras de Jesus. E assim cresce em nós a sabedoria da memória, a sabedoria do coração, que é um dom do Espírito Santo. Que o Espírito Santo reavive em todos nós a memória cristã.
E naquele dia, com os apóstolos estava a Senhora da memória, aquela que desde o início meditava todas aquelas coisas do seu coração. Estava Maria, nossa mãe. Que ela nos ajude nesta estrada da memória.

Espírito Santo faz-nos falar com Deus e com a humanidade
O Espírito Santo ensina-nos, recorda-nos e, outra característica, faz-nos falar, com Deus e com os homens. Não há cristãos mudos, mudos de alma; não, não há lugar para isto.
Faz-nos falar com Deus na oração. A oração é um dom que recebemos gratuitamente; é diálogo com Ele no Espírito Santo, que reza em nós e nos permite dirigirmo-nos a Deus chamando-o Pai, Papá, "Abbà"; e este não é só uma "maneira de dizer", mas é a realidade, nós somos realmente filhos de Deus. «De facto, todos os que se deixam guiar pelo Espírito, esses é que são filhos de Deus» (Romanos 8, 14).
«Faz-nos falar no ato de fé. Nenhum de nós pode dizer «Jesus é o Senhor», ouvimo-lo hoje, sem o Espírito Santo. E o Espírito faz-nos falar com os homens no diálogo fraterno. Ajuda-nos a falar com os outros, reconhecendo-os como irmãos e irmãs; a falar com amizade, com ternura, com suavidade, compreendendo as angústias e as esperanças, as tristezas e as alegrias dos outros.
Mas há mais: o Espírito Santo faz-nos falar também aos homens na profecia, isto é, fazendo-nos canais humildes e dóceis da Palavra de Deus. A profecia é feita com franqueza, para mostrar abertamente as contradições e as injustiças, mas sempre com suavidade e intenção construtiva. Penetrados pelo Espírito de amor, possamos ser sinais e instrumentos de Deus, que ama, que serve, que dá a vida.

Vem, Espírito Santo
Recapitulando: o Espírito Santo ensina-nos o caminho; recorda-nos as palavras de Jesus; faz nos rezar e chamar Pai a Deus, faz-nos falar aos homens no diálogo fraterno e faz-nos falar na profecia.
O dia de Pentecostes, quando os discípulos «ficaram cheios do Espírito Santo», foi o batismo da Igreja, que nasce "em saída", "em partida", para anunciar a todos a Boa Nova. A Mãe Igreja que parte para servir.
Recordemos a outra mãe, a nossa mãe que parte com prontidão para servir. A mãe Igreja e a mãe Maria: ambas virgens, ambas mães, ambas mulheres.
Jesus foi perentório com os apóstolos: não deviam afastar-se de Jerusalém antes de ter recebido do alto a força do Espírito Santo. Sem Ele não há missão, não há evangelização. Por isso, com toda a Igreja, a nossa mãe Igreja católica, invocamos: vem, Espírito Santo!

Fonte: SNPC

2014-06-14

Diálogo com o Evangelho



Diálogo com o Evangelho, do Domingo 15 de junho (Santíssima Trindade), pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

A vida questiona o Evangelho de Domingo, 15 de junho

Jo. 3,16-18.
Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: «Tanto amou Deus o mundo, que lhe entregou o seu Filho Unigénito, a fim de que todo o que n'Ele crê não se perca, mas tenha a vida eterna.
De facto, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele.
Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no Filho Unigénito de Deus.

2014-06-08

Paz na Terra Santa



"Dois ateus – o judeu Shimon Peres e o muçulmano Mahmoud Abbas – vão encontrar-se, neste domingo, com o chefe da Igreja Católica Romana, Papa Francisco, numa oração colectiva. Não é uma tentativa de mediação do conflito israelo-palestiniano, garantiu o porta-voz da Santa Sé, mas todos os analistas reconhecem o peso político desta prece no Domingo de Pentecostes."
Continua aqui

Este momento de oração pode ser acompanhado em direto pela net, neste site

 

2014-06-07

Diálogo com o Evangelho



Diálogo com o Evangelho, do Domingo 8 de junho (Domingo de Pentecostes), pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

A vida questiona o Evangelho de Domingo, 8 de Junho (Pentecostes)


Jo. 20,19-23.
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, com medo das autoridades judaicas, veio Jesus, pôs-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco!»
Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o peito. 
Os discípulos encheram-se de alegria por verem o Senhor.
E Ele voltou a dizer-lhes: 
«A paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós.»
Em seguida, soprou sobre eles e disse-lhes: 
«Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ficarão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ficarão retidos.»

2014-05-31

Diálogo com o Evangelho


Diálogo com o Evangelho, do Domingo 1 de junho (Domingo da Ascensão), pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

A vida questiona o Evangelho de Domingo, 1 de junho

Mt. 28,16-20.
Naquele tempo, os onze discípulos partiram para a Galileia, para o monte que Jesus lhes tinha indicado.
Quando o viram, adoraram-no; alguns, no entanto, ainda duvidavam.
Aproximando-se deles, Jesus disse-lhes: «Foi-me dado todo o poder no Céu e na Terra. Ide, pois, fazei discípulos de todos os povos, baptizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a cumprir tudo quanto vos tenho mandado. E sabei que Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos.»

2014-05-25


Pope Francis has extended an invitation to Palestinian President, Mahmoud Abbas, and to Israeli President, Shimon Peres, to come to the Vatican and join him in praying to God for the gift of peace. “I offer my home in the Vatican as a place for this encounter of prayer”, said the Pope.
“In this, the birthplace of the Prince of Peace”, said Pope Francis,” I wish to invite you, President Mahmoud Abbas, together with President Shimon Peres, to join me in heartfelt prayer to God for the gift of peace. I offer my home in the Vatican as a place for this encounter of prayer.
All of us want peace. Many people build it day by day through small gestures and acts; many of them are suffering, yet patiently persevere in their efforts to be peacemakers. All of us – especially those placed at the service of their respective peoples – have the duty to become instruments and artisans of peace, especially by our prayers.
Building peace is difficult, but living without peace is a constant torment. The men and women of these lands, and of the entire world, all of them, ask us to bring before God their fervent hopes for peace.”
The surprise invitation came after the recitation of the Regina Coeli following the celebration of Mass in Manger Square, Bethlehem, on Sunday morning.
Ver aqui.

2014-05-24


Here is the English translation of the Pope’s discourse to the Jordanian authorities at the Royal Palace
 
Your Majesties,
Your Excellencies,
Dear Brother Bishops,
Dear Friends,
 
I thank God for granting me this opportunity to visit the Hashemite Kingdom of Jordan in the footsteps of my predecessors Paul VI, John Paul II and Benedict XVI. I am grateful to His Majesty King Abdullah II for his warm words of welcome, as I recall with pleasure our recent meeting in the Vatican. I also greet the members of the Royal Family, the government and the people of Jordan, this land so rich in history and with such great religious significance for Judaism, Christianity and Islam.
Jordan has offered a generous welcome to great numbers of Palestinian and Iraqi refugees, as well as to other refugees from troubled areas, particularly neighboring Syria, ravaged by a conflict which has lasted all too long. Such generosity merits the appreciation and support of the international community. The Catholic Church, to the extent of its abilities, has sought to provide assistance to refugees and those in need, especially through Caritas Jordan.

While acknowledging with deep regret the continuing grave tensions in the Middle East, I thank the authorities of the Kingdom for all that they are doing and I encourage them to persevere in their efforts to seek lasting peace for the entire region. This great goal urgently requires that a peaceful solution be found to the crisis in Syria, as well as a just solution to the Israeli-Palestinian conflict.
I take this opportunity to reiterate my profound respect and esteem for the Muslim community and my appreciation for the leadership of His Majesty the King in promoting a better understanding of the virtues taught by Islam and a climate of serene coexistence between the faithful of the different religions. I am grateful that Jordan has supported a number of important initiatives aimed at advancing interreligious dialogue and understanding between Jews, Christians and Muslims. I think in particular of the Amman Message and the support given within the United Nations Organization to the annual celebration of World Interfaith Harmony Week.

I would also like to offer an affectionate greeting to the Christian communities present in this country since apostolic times, contributing to the common good of the society of which they are fully a part. Although Christians today are numerically a minority, theirs is a significant and valued presence in the fields of education and health care, thanks to their schools and hospitals. They are able to profess their faith peaceably, in a climate of respect for religious freedom. Religious freedom is in fact a fundamental human right and I cannot fail to express my hope that it will be upheld throughout the Middle East and the entire world. The right to religious freedom “includes on the individual and collective levels the freedom to follow one’s conscience in religious matters and, at the same time, freedom of worship… [it also includes] the freedom to choose the religion which one judges to be true and to manifest one’s beliefs in public” (Ecclesia in Medio Oriente, 26). Christians consider themselves, and indeed are, full citizens, and as such they seek, together with their Muslim fellow citizens, to make their own particular contribution to the society in which they live.

Finally, I cordially invoke peace and prosperity upon the Kingdom of Jordan and its people. I pray that my visit will help to advance and strengthen good and cordial relations between Christians and Muslims.

I thank you for your courteous welcome. May the Almighty and Merciful God grant happiness and long life to Your Majesties, and may he bless Jordan abundantly. S

2014-05-23

Papa Francisco na Terra Santa - Programa de Sábado


Saturday, May 24, 2014
08:15   Departure from Rome Fiumicino Airport for Amman 13:00   Arrival at the Queen Alia International Airport in Amman
13:45   ARRIVAL CEREMONY in the al-Husseini Royal Palace in Amman
COURTESY VISIT TO THEIR MAJESTIES THE KING AND QUEEN OF JORDAN
14:20   MEETING WITH THE AUTHORITIES OF THE KINGDOM OF JORDAN. Discourse of the Holy Father
16:00   HOLY MASS at the International Stadium in Amman. Homily of the Holy Father
19:00   Visit to the Baptismal Site at Bethany beyond the Jordan
19:15   MEETING WITH REFUGEES AND DISABLED YOUNG PEOPLE in the Latin church at Bethany beyond the Jordan. Discourse of the Holy Father



Todos os que não podemos estar na Jordânia durante a visita papal, podemos seguir em direto a Celebração Eucarística que será presidida pelo Santo Padre no Estádio de Amman, graças a uma earthcam instalada para esse fim.
Para acompanhar basta aceder: http://visitjordan.com/earthcam

Almoço em família

Amanhã começa a visita do Papa Francisco à Terra Santa.

Destaca-se hoje o almoço que terá no Domingo, em Belém, com familias palestinianas.

«Pope Francis wants to spend a little time with the poor families in the Bethlehem and their children to listen to them, permitting them to feel his closeness and tenderness. 
He did not want to have lunch with the cardinals, bishops and politicians, but with poor families. 
It took time to understand the reasons for this gesture. It really makes the Pope admired: how Jesus wants to stay close to the poor.»

2014-05-10

Diálogo com o Evangelho


Diálogo com o Evangelho, do Domingo 11 de maio (4º Domingo de Páscoa), pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

A vida questiona o Evangelho de Domingo, 11 de Maio

Jo. 10, 1-10
Naquele tempo, disse Jesus: «Aquele que entra pela porta é o pastor das ovelhas. A esse o porteiro abre-a e as ovelhas escutam a sua voz. E ele chama as suas ovelhas uma a uma pelos seus nomes e fá-las sair. Depois de tirar todas as que são suas, vai à frente delas, e as ovelhas seguem-no, porque reconhecem a sua voz. Mas, a um estranho, jamais o seguiriam; pelo contrário, fugiriam dele, porque não reconhecem a voz dos estranhos.»
Jesus propôs-lhes esta comparação, mas eles não compreenderam o que lhes dizia.
Então, Jesus retomou a palavra: «Em verdade, em verdade vos digo: Eu sou a porta das ovelhas. Todos os que vieram antes de mim eram ladrões e salteadores, mas as ovelhas não lhes prestaram atenção.
Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim estará salvo; há-de entrar e sair e achará pastagem. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.

2014-05-06

A Shameful Chapter - Uri Avnery

A propósito da Terra Santa, que em breve recebe a visita do Papa Francisco, aqui fica este texto de um credivel autor e estudioso do Médio Oriente: Uri Avnery.

 O texto integral pode ser lido aqui: http://www.avnery-news.co.il/english/

«A Shameful Chapter» - por Uri Avnery (03/05/2014)
 
HOW WOULD the US react to a declaration that the Palestinians would not conduct negotiations with an Israeli government that includes semi-fascist parties?

With outrage, of course.

How does the US react to an Israeli statement that Israel will not negotiate with a Palestinian government that includes Hamas?

With full approval, of course.

FOR ANYONE interested in Israeli-Palestinian peace, the prospect of domestic Palestinian reconciliation is good news.

For years now we have heard Israeli spokespersons announcing that it’s no use making peace with half the Palestinian people and continuing the war with the other half. Mahmoud Abbas is a plucked chicken, as Ariel Sharon tactfully put it. It’s Hamas which counts. And Hamas is planning a Second Holocaust.

Under the recent Palestinian reconciliation agreement, Hamas is now committed to supporting an all-Palestinian government of experts agreed on by both parties. The Israeli extreme right-wing government is burning with rage. It will never, never, never negotiate with a Palestinian government that is supported by Hamas.

Hamas must first recognize Israel, stop all terrorist activities and undertake to respect all previous agreements signed by the PLO.

That’s OK, Abbas declares. The next government will be appointed by me, and it will fulfill all three conditions.

That’s not enough, Netanyahu’s spokespersons declare. Hamas itself must accept the three conditions, before we deal with a government supported by Hamas.

Abbas could respond in kind. Before dealing with the Netanyahu government, he could say, all factions in the Israeli government must declare their support for the Two-State Solution, as Netanyahu has done (once, in his so-called Bar-Ilan speech.) At least two parties, Naftali Bennett’s “Jewish Home” and Avigdor Lieberman’s “Israel our Home”, as well as a great part of the Likud, would refuse to do so.

2014-05-05

Francisco não vai à Terra Santa sozinho




Terre sainte: Le pape sera accompagné d'un rabbin et d'un musulman

On le sait, le pape François se rendra au Proche-Orient le 24 mai. Ce que l'on ne savait pas, c'est qu'il sera accompagné d'un rabbin et d'un professeur musulman.

Deux argentins, le rabbin de Buenos Aires et le président de l'Institut pour le dialogue interreligieux de Buenos Aires également, seront aux côtés de François lors de son premier voyage au Proche-Orient qui aura lieu du 24 au 26 mai prochain. C'est une grande première dans les annales pontificales qu'un pape se fasse accompagner par des représentants d'autres religions lors de déplacements internationaux, qui plus est de déplacements aussi stratégiques.

Amman, Bethléem et Jérusalem accueilleront non seulement le chef de l'Eglise catholique, mais recevront également deux dignitaires des deux autres grandes religions monothéistes de Terre sainte. De grands enjeux pour ce voyage donc, qui au départ, se voulait œcuménique (commémoration du 50e anniversaire de la rencontre entre le pape Paul VI et le patriarche Athënagoras) et qui, à l'arrivée, sera aussi interreligieux.

2014-05-03

Diálogo com o Evangelho


Diálogo com o Evangelho, do Domingo 4 de maio (3º Domingo de Páscoa), pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

A vida questiona o Evangelho de Domingo, 4 de Maio


Lc. 24,13-35
Dois dos discípulos iam a caminho de uma aldeia chamada Emaús, que ficava a cerca de duas léguas de Jerusalém; e conversavam entre si sobre tudo o que acontecera. Enquanto conversavam e discutiam, aproximou-se deles o próprio Jesus e pôs-se com eles a caminho; os seus olhos, porém, estavam impedidos de o reconhecer. Disse-lhes Ele: «Que palavras são essas que trocais entre vós, enquanto caminhais?» Pararam entristecidos.
E um deles, chamado Cléofas, respondeu: «Tu és o único forasteiro em Jerusalém a ignorar o que lá se passou nestes dias!»
Perguntou-lhes Ele: «Que foi?» Responderam-lhe: «O que se refere a Jesus de Nazaré, profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo; como os sumos sacerdotes e os nossos chefes o entregaram, para ser condenado à morte e crucificado. Nós esperávamos que fosse Ele o que viria redimir Israel, mas, com tudo isto, já lá vai o terceiro dia desde que se deram estas coisas. É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deixaram perturbados, porque foram ao sepulcro de madrugada e, não achando o seu corpo, vieram dizer que lhes apareceram uns anjos, que afirmavam que Ele vivia. Então, alguns dos nossos foram ao sepulcro e encontraram tudo como as mulheres tinham dito. Mas, a Ele, não o viram.»
Jesus disse-lhes, então: «Ó homens sem inteligência e lentos de espírito para crer em tudo quanto os profetas anunciaram! Não tinha o Messias de sofrer essas coisas para entrar na sua glória?» E, começando por Moisés e seguindo por todos os Profetas, explicou-lhes, em todas as Escrituras, tudo o que lhe dizia respeito.
Ao chegarem perto da aldeia para onde iam, fez menção de seguir para diante.
Os outros, porém, insistiam com Ele, dizendo: «Fica connosco, pois a noite vai caindo e o dia já está no ocaso.» Entrou para ficar com eles. E, quando se pôs à mesa, tomou o pão, pronunciou a bênção e, depois de o partir, entregou-lho.
Então, os seus olhos abriram-se e reconheceram-no; mas Ele desapareceu da sua presença. Disseram, então, um ao outro: «Não nos ardia o coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?»
Levantando-se, voltaram imediatamente para Jerusalém e encontraram reunidos os Onze e os seus companheiros, que lhes disseram: «Realmente o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!» E eles contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho e como Jesus se lhes dera a conhecer, ao partir o pão.

2014-04-26

Diálogo com o Evangelho


Diálogo com o Evangelho, do Domingo 27 de abril (2º Domingo de Páscoa), pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

A vida questiona o Evangelho de Domingo, 27 de abril

Jo. 20,19-31.
Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, com medo das autoridades judaicas, veio Jesus, pôs-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco!»
Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o peito. Os discípulos encheram-se de alegria por verem o Senhor. E Ele voltou a dizer-lhes: «A paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós.»
Em seguida, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ficarão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ficarão retidos.»
Tomé, um dos Doze, a quem chamavam o Gémeo, não estava com eles quando Jesus veio. Diziam-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor!» Mas ele respondeu-lhes: «Se eu não vir o sinal dos pregos nas suas mãos e não meter o meu dedo nesse sinal dos pregos e a minha mão no seu peito, não acredito.»
Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez dentro de casa e Tomé com eles. Estando as portas fechadas, Jesus veio, pôs-se no meio deles e disse: «A paz seja convosco!»
Depois, disse a Tomé: «Olha as minhas mãos: chega cá o teu dedo! Estende a tua mão e põe-na no meu peito. E não sejas incrédulo, mas crente.»
Tomé respondeu-lhe: «Meu Senhor e meu Deus!»
Disse-lhe Jesus: «Porque me viste, acreditaste. Felizes os que crêem sem terem visto».
Muitos outros sinais miraculosos realizou ainda Jesus, na presença dos seus discípulos, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e, acreditando, terdes a vida nele.

2014-04-20

Domingo de Páscoa: Aleluia!


Mt. 28,8-15.
Naquele tempo, Maria Madalena, e a outra Maria, que tinham ido ao túmulo do Senhor afastaram-se a toda a pressa, cheias de temor e de grande alegria, e correram a dar a notícia aos discípulos.
Jesus saiu ao seu encontro e disse-lhes: «Salve!» Elas aproximaram-se, estreitaram-lhe os pés e prostraram-se diante dele.
Jesus disse-lhes: «Não temais. Ide anunciar aos meus irmãos que partam para a Galileia. Lá me verão.»




2014-04-18

Sexta-feira Santa


Jo. 18
Havia ali uma vasilha cheia de vinagre. Então, ensopando no vinagre uma esponja fixada num ramo de hissopo, chegaram-lha à boca.
Quando tomou o vinagre, Jesus disse: «Tudo está consumado.» E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.

2014-04-12

Diálogo com o Evangelho


Diálogo com o Evangelho, do Domingo 13 de abril, pelo Frei Eugénio, no programa de rádio "Raízes de Cá".

A vida questiona o Evangelho de Domingo de Ramos, 13 de Abril


Mt 21, 1-11  
Quando se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé, junto do monte da Oliveiras, Jesus enviou dois discípulos, dizendo lhes: "Ide à povoação que está em frente e encontrareis uma jumenta presa e, com ela, um jumentinho. Soltai os e trazei-mos. E se alguém vos disser alguma coisa, respondei que o Senhor precisa deles, mas não tardará em devolvê-los". 
Isto sucedeu para se cumprir o que o Profeta tinha anunciado: "Dizei à filha de Sião: 'Eis o teu Rei, que vem ao teu encontro, humildemente montado num jumentinho, filho de uma jumenta'". 
Os discípulos partiram e fizeram como Jesus lhes ordenara: trouxeram a jumenta e o jumentinho, puseram lhes em cima as suas capas e Jesus sentou-Se sobre elas. Numerosa multidão estendia as capas no caminho; outros cortavam ramos de árvores e espalhavam nos pelo chão. E, tanto as multidões que vinham à frente de Jesus como as que O seguiam, diziam em altos brados: "Hossana ao Filho de David! Bendito O que vem em nome do Senhor! Hossana nas alturas!". 
Quando Jesus entrou em Jerusalém, toda a cidade ficou em alvoroço. "Quem é Ele?" – perguntavam. E a multidão respondia: "É Jesus, o profeta de Nazaré da Galileia".

2014-04-10

Jovens belgas entrevistam o Papa

 

A partir do minuto 11' as perguntas são em inglês e o Papa responde em italiano.

Aqui ficam alguns tópicos:

- o serviço à inquietação dos jovens (como semente); 
- a paz e felicidade interiores que não desaparecem com os problemas; 
- os pobres no centro do Evangelho; 
- a autenticidade que nos vem de nos reconhecermos todos como irmãos (com crentes e não crentes...); 
- o Homem retirado do centro (sobretudo nos idosos, crianças e agora jovens) - "cultura do desperdício" / um novo estilo de política ("nova música") em jovens empenhados na mesma; 
- onde está Deus e onde está o Homem?;
- os erros como "mestres de vida" (possibilidade que nem sempre se consegue aproveitar... "sou cabeça dura"; 
- exemplo de um erro: o autoritarismo (quando jovem superior provincial);
- medo? de mim mesmo... mas há bom e mau medo; 
A última pergunta foi a que os jovens convidaram o Papa a fazer-lhes. O Papa perguntou-lhes: onde está o teu tesouro? Onde está o teu coração?